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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Romantismo


ROMANTISMO

Movimento literário ao final do séc. XVIII da Alemanha e Inglaterra, passando pela França e depois por toda a Europa e América.
Falar em Romantismo é falar em subjetividade extrema, até então jamais vista em toda arte universal. Pode ocorrer em prosa ou poema.
Contexto histórico:
Disputas de poder e revoluções;
                Revolução francesa (transferência do absolutismo para o liberalismo);
                O público leitor do romantismo é a burguesia, devido a sua ascensão social;
                A literatura tem fundão de entretenimento;
                Liberdade passa a funcionar de ordem tanto politica, quanto social e literária.

Características:
Individualismo: uso da 1ª pessoa. Estava preocupado com que casa pessoa tinha em particular.
Emoção: supervalorização da emoção, em detrimento da razão. O individuo deixava se mostrar através da emoção.
Escapismo: a realidade nem sempre era desejada, com isso há o desejo de fuga da realidade. Pode ser na natureza, sonho ou morte, vida boemia etc.
Liberdade: como tema e estética, ou seja, temas livres e versos brancos. Aproximando a linguagem literária da linguagem popular.

"Quanto à forma... nenhuma ordem seguimos; exprimindo as ideias como elas se apresentam, para não destruir o acento da inspiração..."
Gonçalves de Magalhães – Romancista

Para o autor romântico o importante era a expressão dos seus sentimentos, da sua subjetividade, independentemente de qualquer forma pré-estabelecida.

Principais Temas do Romantismo:
- Nacionalismo: Uma volta ao passado histórico, volta às origens de cada povo e cada nação, busca dos grandes heróis e feitos. Em Portugal retomam os mitos dos cavaleiros e dos grandes heróis medievais. No Brasil, como não houve idade média, cria-se a figura do bom selvagem, ou seja, o índio passa a ser visto como esse nosso herói medieval. Ele é sempre bom, bonito e forte. Além disso, há uma exaltação da paisagem natural brasileira.
- Religiosidade: Geralmente o cristianismo.
- Idealização: do amor e da mulher. O amor passa a ser visto como sentimento essencial, como a mola propulsora de toda a vida. A mulher passa a ser vista como uma espécie de deusa, passa a ser divinizada, cultuada. Ela era sempre misteriosa e pura. A virgindade nesse período era muito valorizada, a maioria das heroínas românticas eram virgens. Apesar desse caráter angelical, também é encontrado em textos românticos um forte sensualismo.

Romantismo em Portugal:

Dá início a era literária moderna ou romântica. Tem inicio em 1825 com a publicação do poema Camões de Almeida Garret e permanece até 1865.
A partir das principais características românticas e da imensa variedade do tema o romantismo de Portugal divide-se em três grandes gerações ou momentos, que acontecem em todos os gêneros:
- 1º Momento: Autores ainda presos a certos valores neoclássicos, mas foram eles os responsáveis pela incorporação do novo estilo. AS duas grandes figuras são Almeida Garret e Alexandre Herculano;
- 2º Momento: Intensificação das características românticas, ou seja, essas características são levadas ao exagero. Esse Momento é chamado também de Ultrarromantismo. Soares de Passos e Camilo Castelo Branco são os poetas mais populares;
- 3º Momento: Prenuncio do realismo. Autores se distanciando das características românticas. Destacam-se João de Deus e Júlio Dinís.

Romantismo no Brasil:

Contexto Histórico: O romantismo brasileiro marca o inicio de uma verdadeira literatura nacional, está intimamente ligado ao processo de independência da colônia. Tem inicio em 1836 com a publicação da obra Suspiros Poéticos e Saudades de Gonçalves de Magalhães. Estende-se até 1881.
No Brasil produziu-se muito romantismo, dos mais variados gêneros, os principais foram:
- Poesia: Marcada pelo fenômeno das gerações.
- Romance: Que se destacou pela sua grande amplitude temática.
- Teatro: Conhecido por suas comédias.

Poesia do Romantismo Brasileiro

Gerações Românticas no Brasil: Só acontecem na Poesia
- Primeira, conhecida como Nacionalista / Indianista
- Segunda, conhecida como Ultrarromântica / Mal-do-século
- Terceira, conhecida como Social e Libertária / Condoreira
               
 Primeira geração: Nacionalista / Indianista: vão contar as belezas da terra natal e a figura do Índio.
Destaques: Gonçalves de Magalhães e Gonçalves Dias (destaca-se pela poesia indianista, I Juca Pirama [pronuncia-se Iuca Pirama, termo de origem indígena, significa aquele que vai morrer]). Canção do Exílio como exemplo.

Segunda, conhecida como Ultrarromântica / Mal-do-século: Características levadas ao exagero. A dor, angustia, morte, saudade da infância são temas constantes nesse 2º período.
Destaques: Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu (linguagem fácil). Todos os poetas dessa geração morreram antes dos 24 anos de idade.

Terceira, conhecida como Social e Libertária / Condoreira: Aprofundamento do nacionalismo. Geração conhecida como critica social libertária. Recebe esse nome por causa da ave Condor que consegue voar acima da Cordilheira dos Andes. Os poetas condoreiros tinham ideais tão elevados que podiam alcançar grandes alturas
Destaque: Castro Alves (temas sociais e amor erótico, denuncia das injustiças e repúdio pela escravatura).

Prosa do Romantismo

Cronologicamente o primeiro romance brasileiro foi O Filho do Pescador de Teixeira e Souza (1843), mas por sua trama confusa e pela ausência das principais características do romance romântico, costuma-se dizer que o primeiro romance brasileiro é o livro A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo (1844). Grande parte da população buscava na literatura uma forma de entretenimento, não havia TV, cinema etc. Nessa época há uma grande circulação dos folhetins (podem ser considerados os percussores da novela que conhecemos hoje).  Há várias classificações de romance romântico, optaremos por uma classificação temática:

Ambientação
Tipo de Romance (temática)
Corte (cidade)
Urbano
Província (interior)
Regionalista
Histórico
Indianista

O Romance Urbano retratava a sociedade da cidade. Encontramos nesses romances as descrições das grandes festas, dos saraus e dos passeios. Destacaram-se nessa temática: Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Manuel Antônio de Almeida.

O Romance Regionalista preocupava-se em mostrar uma identificação do homem com o ambiente físico. Os autores regionalistas buscam retratar em suas obras paisagens e espaços do Brasil que até então se mostravam livres do contato com o colonizador europeu. Destacam-se José de Alencar, Bernardo Guimarães, Visconde de Taunay e Franklin Távora.

No Romance Histórico encontram-se fortes traços da imaginação. Mas não é Histórico? Sim, mas a história servia apenas de gancho, um motivo para que o autor escrevesse, criasse sua estória. Destacam-se: José de Alencar e Visconde de Taunay.

O Romance Indianista é considerado o símbolo de todo esse período, de toda a prosa romântica. Nesse romance encontramos a retomada dos valores e belezas naturais, figura do índio como herói, sempre bom, bonito e forte. Destaca-se: José de Alencar.

Obras Pertinentes:
- Senhora, José de Alencar: Conta a estória de Aurélia e Fernando Seixas, dois apaixonados mais que acabam sofrendo por algumas complicações provocadas pelo dinheiro e indução.

 -Iracema, José de Alencar: Iracema significa lábios de mel e anagrama da palavra América. Iracema representa o encontro do colonizador europeu com a nova civilização. Conta à estória de amor Iracema e do jovem português Martim.

- A Moreninha, Joaquim Manuel de Macedo: Sua importância é devido ao livro ser o primeiro representante do romantismo.

- Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida: Obra inovadora que traz a figura de Leonardinho, um anti-herói.



domingo, 5 de maio de 2013

Parnasianismo



PARNASIANISMO

Movimento literário contemporâneo ao realismo e naturalismo brasileiro. É essencialmente poético, ou seja, não acontece na prosa. Surgido na França em meados do século XIX, em oposição ao romantismo. Apesar de ser contemporâneo ao realismo e naturalismo, o parnasianismo não apresenta as características dessas prosas, pelo contrário, apresenta características próprias bem marcantes. O termo parnasianismo deriva de Parnaso, um monte da Grécia que era habitado pelo deus Apolo e as musas. Parnasianismo é sinônimo de artificialismo.


CARACTERÍSTICAS GERAIS

1 Poesia Descritiva: Buscavam temas diretos. Falavam de objetos e cenas da natureza. O amor pelo objeto foi um certo fetiche desse período.
2 Impassibilidade: Ser contra ao sentimentalismo. O poeta parnasiano deveria ser objetivo, sem o exagero emocional do romantismo.
3 Esteticismo: Vem da palavra estética. Os parnasianos estavam preocupados com a forma, com a beleza de seus poemas. Ao contrário do romantismo que pregava os versos livres e brancos (sem rimas). Pregavam a arte pela arte, ou seja, a arte vale por si, não tem nenhum tipo de compromisso, só com a beleza.
Aspectos importantes para essa estética perfeita são:
3.1 Rimas Ricas: Quando obtidas com palavras para os quais só haja poucas rimas possíveis. Há uma ênfase das rimas do tipo ABAB para estrofes de quatro versos.
3.2 Valorização dos Sonetos: É dada preferência para os sonetos, composição dividida em duas estrofes de quatro versos, e duas estrofes de três versos. Revelando, no entanto, a "chave" do texto no último verso.
3.3 Metrificação Rigorosa: O número de sílabas poéticas deve ser o mesmo em cada verso, preferencialmente com dez (decassílabos) ou doze sílabas (versos alexandrinos), os mais utilizados no período. Ou apresentar uma simetria constante, exemplo: primeiro verso de dez sílabas, segundo de seis sílabas, terceiro de dez sílabas, quarto com seis sílabas, etc.
4 Retomada dos Modelos Clássicos: A antiguidade clássica é retomada por ser exemplo de perfeição e beleza. É bem comum os textos descreverem deuses, heróis, fatos lendários, personagens marcados na história e até mesmo objetos.
5 Cavalgamento ou encadeamento sintático (enjambement) - Processo poético de divisão do sentido de um verso, completado no verso seguinte. Tem como função priorizar a métrica e o conjunto de rimas. Como exemplo, este verso de Olavo Bilac:

E paramos de súbito na estrada
Da vida:// longos anos, presa à minha
A tua mão, // a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.//




PARNASIANISMO NO BRASIL

O parnasianismo foi muito importante no Brasil, devido a sua influência e o alto número de poetas. Mas o parnasianismo brasileiro não foi uma copia do francês, pois não obedece a mesma preocupação de objetividade, descrições realistas e cientificismo. É Contrário ao sentimentalismo romântico, mas não exclui o subjetivismo. Predomina o soneto e o verso alexandrino com rimas ricas.
O movimento teve origem com Luís Guimarães Júnior em 1880 e Teófilo Dias em 1882, mas firmou-se com Raimundo Correia (Sinfonias; 1883), Alberto de Oliveira (Meridionais; 1884) e Olavo Bilac (Poesias; 1888).

PRINCIPAIS AUTORES

Olavo Bilac: Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865 – 1918) Estudou Medicina e Direito, mas abandonou ambos para se dedicar a Literatura. Foi o poeta popular, das estrelas, patriótico, do amor idealizado e carnal, e do pessimismo filosófico. Apesar de ser um dos poetas consagrados do parnasianismo Bilac nem sempre seguiu a risca as formalidades parnasianas. Vez ou outra se observa em seus textos certa valorização dos sentimentos que nos lembra do Romantismo.
Alberto de Oliveira: Antônio Mariano Alberto de Oliveira (1859 – 1937) cursou medicina e formou-se em farmácia. O mais parnasiano dos poetas seguiu a risca a ideologia parnasiana: poesia fria, descritiva, perfeição métrica. começou com a poesia romântica. Foi funcionário público e professor.
Raimundo Correia: Raimundo da Mota Azevedo Correia (1860-1911) formou-se em Direito e foi magistrado e diplomata. Considerado o poeta neorromântico, tom pessimista, reflexivo, filosófico. Aproximou-se do Simbolismo pela sua poesia amargurada e intensa.

Referencias:

Em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/parnasianismo>. Acesso em 29 abril 2013.

BALDACINE, Otoniela. Movimentos Literários. Em: <http://miniweb.com.br/literatura/artigos/movimentos_literarios.pdf>. Acesso em 29 abril 2013.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

1 - (FEI-SP) Leia com atenção:
 “O objetivo da “arte pela arte” é o Belo, a criação da beleza pelo uso perfeito dos recursos artísticos; nesse sentido, levaram ao exagero o culto do ritmo, da rima e do vocabulário”;
“A partir de 1883, este movimento se define na Literatura Brasileira, sobretudo com os versos de Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac”.
Assinale a alternativa que indica o movimento de que tratam os fragmentos acima:
a – Modernismo
b – Parnasianismo
c – Concretismo
d – Simbolismo
e – Naturalismo

2 - (Uneb – BA) São características parnasianas:
a – perfeição formal, preciosismo linguístico, objetivismo e desprezo pela arte útil.
b – preocupação excessiva com a forma, análise determinista do homem, subjetivismo e universalismo.
c – desprezo pela forma requintada, preocupação político-social, objetivismo e individualismo.
d – forma requintada, “arte-sugestão”, subjetivismo exacerbado e análise psicológica do homem.
e – impassibilidade (distanciamento das emoções), “poesia científica”, pessoalidade e tematização da natureza.

3 - Tendo em vista as características que nortearam a estética parnasianista, leia atentamente o poema que segue e depois o analise, procurando evidenciar tais pressupostos por meio de exemplos extraídos do próprio poema:

Vaso Chinês
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.
Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
Alberto de Oliveira

4 - “A cavalgada” é uma criação artística de Raimundo Correia – representante parnasiano. Eis então que abaixo se encontra demarcado o poema em questão, cuja intenção é fazer com que você o analise, destacando, pois, as impressões voltadas para as características parnasianistas:

A Cavalgada
A lua banha a solitária estrada...
Silêncio!... Mas além, confuso e brando,
O som longínquo vem-se aproximando
Do galopar de estranha cavalgada.
São fidalgos que voltam da caçada;
Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando.
E as trompas a soar vão agitando
O remanso da noite embalsamada...
E o bosque estala, move-se, estremece...
Da cavalgada o estrépito que aumenta
Perde-se após no centro da montanha...
E o silêncio outra vez soturno desce...
E límpida, sem mácula, alvacenta
A lua a estrada solitária banha...

Respostas

Resposta Questão 1
Atesta-se como verdadeira a alternativa demarcada pela letra “A”, haja vista que as características nela ressaltadas se encaixam perfeitamente à era em evidência – Parnasianismo. Dessa forma, enquanto que os representantes dos demais estilos de época, preocupando-se mais com o conteúdo, com a temática propriamente dita, encontravam em tal posicionamento uma forma de expressar a visão, a ideologia que mantinham frente à realidade que os cercava, os representantes parnasianos cultuavam a “arte pela arte”, ou seja, captavam a realidade de uma forma absolutamente neutra, longe de quaisquer preocupações de ordem social ou crítica.
Não menos relevante se evidenciavam o preciosismo linguístico e o objetivismo, visto que a “forma” representava a força-motriz de tais representantes, os quais valorizavam, acima de tudo, a composição impecável e rima perfeita, o que equivale dizer que a linguagem não ficava aquém de tais intenções, sendo essa envolta por um preciosismo implacável, constituída por um vocabulário altamente requintado.

Resposta Questão 2
As impressões por ele captadas, sobretudo no que diz respeito à forma, evidenciam-se por uma forma bastante cultuada na Antiguidade Clássica: o soneto. Quanto à disposição das rimas, notadamente se figuram as rimas interpoladas, representadas por meio dos seguintes versos:
A lua banha a solitária estrada... (a).
Silêncio!... Mas além, confuso e brando,(b)
O som longínquo vem-se aproximando(b)
Do galopar de estranha cavalgada. (a)
Quanto à questão da temática, elemento deixado em segundo plano por todos os representantes da estética em questão, percebemos o estilo do autor em preconizar a objetividade constante – característica essa de cunho relevante na época em pauta. Tal objetividade se manifesta em função do distanciar entre o eu lírico e a matéria poética propriamente dita, aqui transcrita como uma espécie de descrição no que tange às impressões captadas pelo poeta em relação à realidade que o cerca, manifestada pela mais nítida impassibilidade.

Resposta Questão 3
Ao analisarmos o poema em questão, sobretudo no que se refere à estética, constatamos, evidentemente, que se trata de um soneto, composto por dois quartetos (estrofes com quatro versos) e dois tercetos (estrofes com três versos). Aspecto esse que simbolizou uma das principais características da estética em questão – o retorno aos moldes clássicos, mais precisamente à Antiguidade clássica. Outro aspecto, que também demonstra essa preocupação com o culto à forma, diz respeito à posição das rimas, uma vez dispostas de forma cruzada, com bem nos demonstra os versos:
Fino artista chinês, enamorado,(a)
Nele pusera o coração doentio (b)
Em rubras flores de um sutil lavrado, (a)
Na tinta ardente, de um calor sombrio. (b)
Bem ao gosto parnasianista, temos a linguagem, uma vez representada no poema como uma espécie de trabalho de ourivesaria, adornada, trabalhada, rica, voltada para um intenso preciosismo linguístico. O fato de a poesia não expressar nenhuma representatividade para o poeta, ele mesmo, dotado de uma impassibilidade nítida, parece se mostrar alheio, neutro à realidade a qual pinta, mesmo porque faz uso de um objeto (ora representado pelo vaso) para representar uma visão acerca do universo propriamente dito, aspecto esse materializado por meio dos seguintes versos:
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Resposta Questão 4
Infere-se como adequadas as informações prestadas na letra “B”, pois tal estilo de época (Parnasianismo) representou uma escola literária voltada para o culto à forma, preconizando a rima, os valores clássicos, a linguagem rebuscada, voltada, sobretudo, para um intenso preciosismo, entre outros aspectos. Acerca dos representantes, torna-se inegável que as afirmações em evidência tão bem os pontuaram, são eles: Raimundo Correia, Alberto de Oliveira e Olavo Bilac.